23.11.06


Sono sobre páginas de algodão
enjôo forte
saber conjuntos à prova de interseções
desaprender vida
se fazendo morte
suficientemente grande na efemeridade do concreto emborrachado coração.
revista de futilidades
ser enquanto perdão
gargalhadas de medo
susto vazio
nobreza você.

2 comentários:

VERSOSDAMEIANOITE disse...

tão bonito tudo por aqui, triste as vezes....necessário....vc que é linda e querida....tou por aqui, me abastecendo destas borrifadas....bjos

Anônimo disse...

HAIKAIS PROLONGADOS PROLONGANDO PALAVRAS DE DESEJO
MARIS