10.10.06

Doce deleite

Soneto metricamente pensado em diretrizes de meteóricas fases da lua.

É tudo que não sei fazer...

Incapaz de esquecer negativas,
atualmente estou.

Na tua mente inexisto,
na minha?
Co-habitas.

És meu companheiro
em sonhos esquecidos
e inabilidades mortas de fome.

Constitui pesados sons agudos de passado aborrecido,
desfaz-se em moléculas de neon claustrofóbico
faz par de luas com estrelas
enquanto o sol,
no céu irrita as flores com peles sensíveis e
cheiro de tutti-fruti.

Um comentário:

maristotelica.blogspot disse...

Lindo, sua guloseima ambulante!
Voce é que é o deleite!
Quem não te lê,
não sabe o sabor que tens.


maristela prá jujuba Minha